Diagnóstico primeiro. Instrumento depois.

A primeira conversa pode começar com um familiar. No diagnóstico, reunimos todos que tomam decisões para avaliar o patrimônio e os objetivos antes de propor uma estrutura.

Valores que atravessam gerações

Etapas

A mesma sequência em todo projeto. O que varia é a profundidade.

01

Conversa inicial

45 minutos

A conversa pode começar com um familiar, como um filho, o patriarca ou a matriarca. Entendemos a necessidade e o momento da família para orientar os próximos passos.

02

Diagnóstico e viabilidade

2 a 4 semanas

Nesta etapa, precisamos da participação de todos que tomam decisões. Analisamos o patrimônio, os objetivos e as expectativas dos envolvidos para avaliar alternativas e a viabilidade do planejamento.

Entregável: mapa do patrimônio e dos riscos, cenários comparados com número e a proposta com escopo, prazo e preço.

03

Projeto

prazo definido no diagnóstico

O desenho da estrutura escolhida: sociedade, doações, cláusulas, acordos entre herdeiros e sócios. Cada documento redigido para o caso, não adaptado de modelo.

Entregável: o projeto completo, revisado com a família antes de qualquer assinatura.

04

Implantação e acompanhamento

conforme o escopo

Constituição, registros, integralização, acordos. Depois, revisão periódica: estrutura montada e esquecida vira passivo.

Entregável: a estrutura implantada e o calendário de revisões.

Compromissos

Três compromissos, por escrito.

Prazo definido

Cada caso tem o seu tempo. O cronograma é definido no diagnóstico e considera as etapas que dependem de registros e órgãos externos.

Escopo e preço claros desde o início

A proposta diz o que está incluído, o que não está e quanto custa — antes de qualquer assinatura.

Atendimento direto com quem faz

Quem conduz a conversa inicial é quem assina o trabalho. Não há camada comercial entre você e o sócio.

A escuta

O diagnóstico envolve todos que tomam decisões. Objetivos e expectativas precisam fazer parte do planejamento.

Participação dos decisores

Os envolvidos nas decisões compartilham sua visão da família, do patrimônio e dos objetivos.

O conflito velado ganha nome

Identificamos o que não se discute e que, sem tratamento, destrói patrimônio depois.

Número na mesa

Cenários comparados, custos explícitos e a pergunta honesta: isso é justo para você?

Respeito ao tempo da família

Quando não há prontidão, não forçamos. Deixamos claro o risco de adiar — e esperamos.

Quando dizemos não

A Árvot não é para todo caso.

Propriedade pequena, sem arrendamento e com um herdeiro só.

Uma doação simples, feita com cuidado, costuma resolver. Não precisa de grupo.

Família que ainda não quer conversar.

Planejar sem essa conversa costuma gerar mais conflito lá na frente. Preferimos esperar a hora certa a montar estrutura em cima de silêncio.

Quem busca “não pagar imposto”.

Planejamento sério não é sobre atalhos. É sobre uma estrutura defensável no longo prazo. Se o objetivo é só esse, não somos o lugar.

Perguntas

Nas palavras de quem perguntou.

O que costumam nos perguntar.

Meu patrimônio precisa ser muito alto para valer a pena ter uma holding?
Não é sobre ter muito — é sobre fazer certo. O que decide é o objetivo: organizar a gestão, definir regras entre herdeiros, proteger a atividade. Há famílias com patrimônio relevante para quem a holding não compensa, e famílias menores para quem uma doação bem feita resolve tudo. Dizemos qual é o seu caso na conversa inicial.
Posso deixar todos os bens para um filho só?
Quando existem herdeiros necessários, a legítima deve ser respeitada. A disposição dos bens exige análise da composição familiar, do regime de bens e dos limites legais. Há caminhos legais para reconhecer quem ficou no negócio ou quem precisa de mais amparo, mas eles precisam ser desenhados em vida, com a família sabendo.
Herança pode virar briga?
A falta de diálogo e de regras claras pode aumentar o risco de conflitos. Um herdeiro que não se sente reconhecido, uma união que nunca foi formalizada, o filho que trabalha no negócio ao lado do que nunca trabalhou. Nosso trabalho começa exatamente aí: ouvindo os envolvidos nas decisões durante o diagnóstico.
Se eu doar para os meus filhos, tenho como receber algum valor para me manter?
Sim. A doação com reserva de usufruto transfere a propriedade e mantém com você o direito de usar os bens e receber os frutos — aluguéis, arrendamento, lucros. Os filhos sabem que o cofre existe; a chave continua com você.
É melhor abrir a holding antes de comprar imóveis ou posso fazer depois?
Depende do imóvel, do custo de transferência no seu município e do que você pretende fazer com ele. Nem todo imóvel deve ir para a holding — e é justamente isso que separa um planejamento de um pacote. Comparamos os cenários antes de recomendar.
Como ficam as holdings com a reforma tributária?
A estrutura deve ser reavaliada conforme a atividade, o patrimônio e as regras aplicáveis. Governança, continuidade e organização sucessória continuam sendo objetivos relevantes; vantagens tributárias não são automáticas e exigem análise individual.
Basta abrir uma empresa e colocar os bens dentro?
Não. CNPJ não é holding. Sem a sucessão das quotas definida em vida — doação, usufruto, cláusulas, acordo de quotistas — o inventário acontece do mesmo jeito, só que agora sobre as quotas. Boa parte do nosso trabalho hoje é revisar estruturas montadas assim.
Quanto custa e quanto tempo leva?
O diagnóstico leva de duas a quatro semanas e termina com a proposta por escrito, com escopo, prazo e valor fechados. A implantação depende do que for escolhido: uma doação simples se resolve em semanas; uma reorganização com imóveis e registros leva alguns meses.

Próximo passo

A conversa que organiza as próximas gerações começa com uma mensagem.

A primeira conversa pode começar com você. No diagnóstico, participam todos que tomam decisões.

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